cansada do som da máquina de costura, respiro fundo e me levanto. ao olhar pela janela cinzenta, os prédios altos, a movimentação dos carros e o vai e vem das pessoas percebo que esse caos não me invade mais.
a mudança de ares, tão rápida e radical, que antes me sufocava, agora abre os pulmões. sou parte do caos, estou no meio do furacão. ao invés de fechar os olhos encaro tudo com curiosidade.
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